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Paciente de 10 anos é admitido na unidade de emergência e refere ter sido vítima de trauma direto em região da órbita há cerca de 6 horas. Refere epistaxe logo após o trauma e notou aumento abrupto de volume da região de pálpebra inferior após assoar o nariz com força. Além disso, refere diplopia e náuseas ao olhar para cima e se queixa de parestesia na região gengival superior do mesmo lado do trauma. Qual a interpretação dos achados que o paciente apresenta na história clínica e no exame clínico?
O sintoma de náuseas se deve à compressão do globo ocular pelo hematoma agudo que se desenvolveu na pálpebra inferior.
A diplopia pode ser decorrente do trauma e não caracteriza uma emergência cirúrgica.
Ao assoar o nariz, o paciente provocou um enfisema de subcutâneo pela comunicação entre a órbita e o seio maxilar causada pelo trauma.
A parestesia é comumente secundária à compressão por edema do nervo infraorbital na sua entrada na fissura orbital inferior.