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Paciente de 10 anos, vítima de traumatismo cranioencefálico grave, internado na unidade de terapia intensiva em cuidados neurointensivos. Paciente sob sedação continua com propofol 3 mg/kg/h, fentanil 3 mcg/kg/h e recebendo noradrenalina 0,05 mcg/kg/min para manter PAM (pressão arterial média) e PPC (pressão de perfusão cerebral) adequadas.
Sob ventilação mecânica com controle através de capnografia e com monitorização da pressão intracraniana com derivação ventricular externa aberta em 10 cmH2O. A enfermeira alerta que o paciente apresentou aumento súbito de PIC (pressão intracraniana) para 45, associado à hipertensão e bradicardia. Durante a avaliação, paciente em Escala de Coma de Glasgow 3T e observada mudança das características das pupilas, que ficaram midriáticas e sem fotorreação.
Para a principal hipótese diagnóstica nesse momento, qual conduta abaixo NÃO é prioritária?
Iniciar hiperventilação e aumentar FiO2 para 100%.
Bolus de solução salina hipertônica ou manitol.
Tomografia de crânio na urgência.
Ataque de anticonvulsivante.