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Nos cuidados pós-operatórios ao retorno da alimentação oral do paciente idoso, o cirurgião deve proceder da seguinte maneira:
Antecipar a capacidade do idoso para uma alimentação oral, caso não haja problemas no intraoperatório.
Adiar por pelo menos duas semanas o retorno à alimentação oral, mesmo sem problemas no intraoperatório.
Manter a alimentação enteral, em detrimento da oral, em todos os casos pelo maior tempo possível.
Optar pela colocação de sonda nasoduodenal, nasojejunal ou jejunostomia e mantê-la no pós-operatório em vez de voltar à alimentação oral.