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As mastites crônicas são patologias mamárias com uma gama bem variada de agentes causadores, apresentam tempo de evolução superior a 30 dias e frequentemente recorrência após seu tratamento. Em relação aos diversos tipos de mastites crônicas, assinale a alternativa INCORRETA:
A mastite e o abscesso subareolar crônico recidivante são fortemente associados a tabagismo, diabetes e obesidade; seu tratamento inclui antibioticoterapia e drenagem, sendo que a exérese dos ductos principais não deve ser realizada, pois aumenta o risco de recorrências.
O diagnóstico diferencial mais importante da mastite luética é com a doença de Paget e seu diagnóstico laboratorial é baseado no VDRL, FTA-ABS e/ou na presença do treponema em microscopia de campo escuro.
A mastite tuberculosa caracteriza-se por uma mastite granulomatosa clinicamente com vários abscessos de evolução lenta ou múltiplas fístulas periféricas em pacientes com histórico pessoal ou familiar de tuberculose.
A mastite granulomatosa idiopática pode mimetizar carcinoma, seu tratamento pode ser feito com corticoterapia ou metrotrexato e a excisão ampla de toda a massa inflamatória deve ser desencorajada.