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Paciente de 61 anos, do sexo masculino, procura pronto atendimento por sangramento oral. Encontra-se em relativo bom estado geral, apesar de pouco descorado. Sinais vitais não apresentam alterações. Ao exame clínico, encontra-se lesão em pilar amigdaliano direito, com aspecto tumoral e 3 cm de tamanho. Na palpação cervical, nota-se linfonodomegalia endurecida de 2 cm no nível II cervical direito. Procede-se com internação para investigação do quadro, com realização de biopsia confirmando a presênca de um carcinoma espinocelular da amigdala direita. Os exames de imagem não encontram sinais de doença a distância. Para o tratamento desse paciente, a melhor conduta é:
cirurgia do primário com linfadenectomia radical cervical à direita, seguida de radioterapia concomitante à quimioterapia com intuito adjuvante, em fracionamento convencional.
radioterapia exclusiva em fracionamento alterado, utilizando preferencialmente técnica de modulação da intensidade do feixe.
radioterapia concomitante à quimioterapia, com fracionamento convencional.
quimioterapia de indução, preferencialmente com 3 drogas, seguida de radioterapia concomitante à quimioterapia.
radioterapia concomitante a cetuximab, pela superioridade em sobrevida em relação ao tratamento com quimioterapia concomitante.