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A transfusão sanguínea é recurso importante no perioperatório e deve ser sempre considerada durante a avaliação de pacientes com patologias cirúrgicas. Entretanto, a hemotransfusão está associada ao aumento de risco de eventos adversos durante o período de assistência ao doente. A respeito dessa prática vinculada às ações cirúrgicas, podemos afirmar:
Em cirurgias eletivas, devem ser consideradas as ações que aumentem o uso de hemocomponentes alogênicos, tais como métodos que controlem os sangramentos e doação para transfusão autóloga.
Durante o perioperatório, o objetivo é manejar o paciente de modo a não precisar de hemotransfusão. Entretanto, há indicação de se atingir níveis hematimétricos prévios ou dentro do limite de normalidade antes e depois da cirurgia.
Para punção lombar, endoscopia digestiva com biópsia e laparotomias, a contagem plaquetária deve ser superior a 50.000/mm3.
No pré-operatório de qualquer cirurgia, é crucial transfundir se a concentração de hemoglobina for menor que 10g/dL.