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Um homem de 45 anos foi exposto à fumaça em um incêndio industrial em Olinda, por aproximadamente 15 minutos antes de ser resgatado. Ele apresenta rouquidão progressiva, estridor inspiratório e sensação de queimação na garganta. Ao exame, há queimaduras visíveis em orofaringe e fuligem em cavidade oral e narinas. Ele está alerta, mas com ansiedade e sinais de dificuldade respiratória, incluindo uso de musculatura acessória. A saturação de oxigênio é de 94% em ar ambiente, com frequência respiratória de 32/min e frequência cardíaca de 120 bpm. Além disso, apresenta queimaduras de segundo grau em região anterior do tórax e extremidades superiores, cobrindo 15% da superfície corporal. Qual é a conduta mais apropriada?
Iniciar nebulização com adrenalina para alívio do estridor.
Realizar broncoscopia antes de decidir intubação.
Monitorar em observação com administração de oxigênio suplementar.
Administrar corticoides intravenosos para evitar intubação.
Intubação orotraqueal imediata para proteção das vias aéreas.