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Um paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, brasiliense, compareceu ao atendimento médico com queixa principal de que estava “fazendo muito xixi”.
História da doença atual: Paciente relata que nos últimos meses tem apresentado poliúria, noctúria e uma perda de acuidade visual, que atribui ao fato de estar ficando velho.
Antecedentes pessoais: hipertenso, ateromatose carotídea e coronariana e dislipidemia, ex-fumante, que fumou por 15 anos cerca de 1 maço/dia.
Medicações: valsartana + hidrocloratiazida e rosuvastatina.
Ao exame: bom estado geral, acianótico, anictérico, hidratado, orientado em tempo e espaço. IMC 28 kg/m2.
• ACV: RCR 2T BNF, sem sopro. FC 100 bpm, PA 142/87 mmHg.
• AR: sons respiratórios presentes bilaterais, sem RA. FR 19 ipm, SpO2 94% a.a.
• Abdome: em avental, ausculta e percussão sem alterações, flácido e indolor à palpação, descompressão brusca negativa. Circunferência abdominal 115 cm.
• Extremidades: sem edema, panturrilhas livres, TEC < 3 s.
Exame laboratorial: Hb 14 g/dL, leucócitos 8000/mm3, plaquetas 292000/mm3, creatinina 1,20 mg/dL, ureia 54 mg/dL.
HGT realizado na consulta: 213 mg/dL.
A1C – hemoglobina glicada.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico mais provável é diabetes tipo 2, o tipo mais comum de diabetes, quando comparado ao diabetes tipo 1 e ao diabetes monogenético.
Certo
Errado