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Sobre o esôfago de Barrett é correto afirmar:
a obesidade não é um fator de risco relevante ao esôfago de Barrett ou ao adenocarcinoma de esôfago.
o tratamento antissecretor para pacientes com esôfago de Barrett deve ser realizado a despeito de sintomas ou da presença de sinais endoscópicos de doença do refluxo gastresofágico.
diferentemente do que ocorre em outras neoplasias do tubo digestório, a transformação maligna do esôfago de Barrett não passa pelo estágio de displasia antes do desenvolvimento de neoplasia.
a maioria dos pacientes que apresenta esôfago de Barrett irá desenvolver adenocarcinoma de esôfago ao longo do tempo.
a realização de métodos de endoscopia avançada, como cromoendoscopia e magnificação, é essencial para a identificação do esôfago de Barrett.