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Sobre as pancreatites crônicas é correto afirmar:
o diagnóstico é difícil, sobretudo em fases iniciais, e deve envolver alto grau de suspeição clínica, associado a evidências de exames que permitam avaliar a função e a morfologia glandular, porém não há um único critério absoluto para esse diagnóstico.
dosagens de elastase em níveis superiores a 200 mcg/g de fezes reforçam o diagnóstico da insuficência exócrina pancreática.
uma radiografia simples de abdome normal afasta o diagnóstico da pancreatite crônica.
a ultrassonografia endoscópica é capaz de identificar estigmas ultrassonográficos de doença inicial, como dilatação ductal e cálculos.
a realização de pancreatocolangiografias, sejam elas endoscópicas ou por ressonância magnética, é imprescindível para o diagnóstico de doença inicial.