

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Mulher jovem em investigação diagnóstica para o distúrbio do espectro da neuromielite óptica (NMOSD) é encaminhada ao oftalmologista para avaliação clínica.
Além da anamnese e do exame clínico, o seguinte exame complementar pode contribuir muito para o diagnóstico diferencial entre neuromielite óptica e as outras neuropatias ópticas:
eletro-oculograma, podendo auxiliar no diagnóstico de alterações retinianas precoces, que ocorrem na neuromielite óptica, onde o epitélio pigmentar da retina se encontra comprometido.
potencial visual evocado, podendo mostrar a redução da amplitude ou uma latência prolongada, mesmo antes de os sintomas clínicos se manifestarem.
tomografia de coerência óptica do nervo óptico, podendo evidenciar o espessamento da camada de células ganglionares, da camada plexiforme interna e da rima neural que tipicamente ocorre na neuromielite óptica, mas não ocorre nas outras neuropatias.
campimetria computadorizada, podendo evidenciar o aumento da mancha cega, a hemianopsia bitemporal e a constrição do campo visual periférico, sinais característicos da neuromielite óptica.
eletrorretinograma de padrão reverso de campo total (PERG) e multifocal (PERGmf), podendo mostrar a significativa amplitude da N95 e o aumento da espessura da camada de células ganglionares da retina peripapilar, que ocorrem nas neuromielites ópticas.