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Uma mulher de 30 anos com esclerose múltipla progressiva e depressão é encontrada por sua mãe caída em casa. É trazida pela ambulância para a Emergência e daí para o CTI. Na escala de Glasgow apresentava uma grau 3 e nos sinais vitais hipotensão arterial (75/30 mmHg), bradicardia (38 bpm), além de hipotermia (34 C) e bradipnéia (6 irpm). A glicemia está normal. Está comatosa, com pupilas fixas bilateralmente. Reflexos de tronco cerebral ausentes e paralisia flácida com reflexos tendinosos ausentes. Suas medicações usuais incluíam drogas antidepressivas e para a esclerose múltipla.
A provável medicação responsável pelo quadro clínico apresentado, é
Amiltriptilina.
Baclofeno.
Diazepam.
Gabapentina.
Quetiapina.