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Um paciente de 40 anos chega ao hospital após uma queda do segundo andar, tendo sofrido um impacto direto na cabeça. Ele está consciente, mas apresenta dor de cabeça intensa e náuseas. Ao exame físico, observa-se uma pequena laceração na região frontal com leve edema, sem sinais de fratura exposta.
O paciente tem Glasgow Coma Scale (GCS) de 13, com confusão mental e dificuldade para responder a perguntas simples. A tomografia computadorizada (TC) de crânio revela um hematoma intracraniano, sem sinais de herniação. Não há fraturas cranianas evidentes. O paciente começa a apresentar piora do nível de consciência nas horas seguintes.
A respeito do tratamento do traumatismo cranioencefálico, assinale a afirmativa correta.
A hiponatremia e a hipotensão devem ser evitadas com o uso de fluidos hipotônicos.
A hiperventilação deve ser estimulada, para que haja hipocapnia e vasodilatação cerebral.
Os anticonvulsivantes devem ser utilizados precocemente, pois melhoram o prognóstico das convulsões pós-traumáticas a curto e a longo prazo.
O manitol não deve ser administrado a pacientes com hipotensão, pois nestes casos não diminui a pressão intracraniana.
Os barbitúricos são efetivos na redução da pressão intracraniana refratária a outras medidas, e podem ser usados mesmo quando há hipotensão arterial.