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Paciente do sexo masculino, 32 anos, em investigação de dor abdominal, náuseas e eventualmente vômitos, fez um ultrassom abdominal que evidenciou vesícula biliar de paredes finas e conteúdo amorfo, dilatação do colédoco de até 2,6 cm sem imagem ecogênicas no seu interior e ausência de dilatação dos canais biliares intra-hepáticos.
Diante desses achados, foi indicada a realização de tomografia computadorizada, que diagnosticou cisto biliar do tipo IA.
Sobre essa patologia, é correto afirmar que
a papilotomia endoscópica é a escolha inicial para tratar cisto biliar do tipo IA.
a cistoenteroanastomose é indicada nos pacientes em que não há litíase biliar.
não há distinção histológica entre um cisto de colédoco e o ducto biliar normal.
a duodenopancreatectomia com ressecção da via biliar extra-hepática é o tratamento de escolha.
deve ser acompanhado conservadoramente e se apresentar colangite de repetição indicar transplante hepático.