Um homem de 56 anos, com diagnóstico prévio de cirrose hepática por hepatite C, apresenta hematêmese volumosa. Ao exame, está confuso, com tremores e hálito amoniacal, apresentando pressão arterial de 90/60 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, pele ictérica e sinais de circulação colateral abdominal visível. Após estabilização inicial com reposição volêmica, transfusão sanguínea e droga vasoativa (terlipressina), foi indicada endoscopia digestiva alta que revela varizes esofágicas sangrantes de grande calibre; realizada ligadura elástica, mas o endoscopista não conseguiu coibir o sangramento. Qual é a próxima etapa mais apropriada no manejo desse paciente?
Iniciar infusão contínua de octreotida e reavaliar em 24 horas.
Realizar escleroterapia endoscópica imediata.
Submeter o paciente à colocação de um TIPS (derivação portossistêmica intra-hepática transjugular).
Inserir balão de Sengstaken-Blakemore para controle temporário do sangramento.
Realizar cirurgia de derivação portossistêmica de emergência.