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Um homem de 40 anos é admitido no pronto-socorro após um acidente automobilístico de alta energia. Na chegada, ele está confuso, pálido e sudorético. Sinais vitais: pressão arterial 80/60 mmHg, frequência cardíaca 130 bpm, frequência respiratória 30 irpm, e saturação de oxigênio 93% em ar ambiente. Durante o exame primário, é notado abdome distendido e doloroso à palpação difusa, com macicez à percussão. À ausculta pulmonar, há murmúrio vesicular normal bilateralmente, sem ruídos adventícios. O FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma) revela líquido livre em cavidade peritoneal no espaço de Morrison e ausência de derrame pericárdico. Pelve estável; ausência de fraturas. Após as medidas iniciais na sala de emergência, qual é a próxima etapa mais adequada no manejo desse paciente?
Transferência direta para a sala de cirurgia para laparotomia exploradora.
Toracostomia de emergência no hemitórax direito para alívio de possível pneumotórax hipertensivo.
Imediata reposição volêmica com 2 litros de solução cristaloide aquecida.
Realização de tomografia computadorizada de abdome e tórax com triplo contraste.
Administração de solução salina hipertônica, transfusão maciça com hemocomponentes e reavaliação hemodinâmica.