A identificação pré-operatória de pacientes de alto risco deve ser realizada, e todas as medidas pré-operatórias e perioperatórias de conservação de sangue disponíveis devem ser realizadas nesse grupo de pacientes, pois são responsáveis pela maioria dos hemocomponentes transfundidos.
Com base nessa afirmação, assinale a alternativa correta.
Em pacientes que têm anemia pré-operatória, recusam transfusão de sangue ou são considerados de alto risco para anemia pós-operatória é razoável administrar agentes estimulantes de eritropoietina no pré-operatório imediato para aumentar a massa eritrocitária.
Para reduzir o sangramento em pacientes que necessitam de cirurgia cardíaca eletiva, o prasugrel deve ser suspenso no pré-operatório por, no mínimo, 3 dias, o ticagrelor por 5 dias e o clopidroguel por 7 dias.
É razoável descontinuar drogas antiplaquetárias de baixa intensidade (por exemplo, aspirina) em pacientes com síndromes coronarianas agudas antes da operação, com a expectativa de que a transfusão de sangue seja reduzida.
A adição de um inibidor de P2Y12 à terapia com aspirina, se indicada, no pós-operatório imediato de pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio, antes de garantir a hemostasia cirúrgica, pode aumentar o sangramento e a necessidade de reexploração cirúrgica e não é recomendada até que o risco de sangramento tenha diminuído.
Se o antídoto para o novo anticoagulante oral (NOAC) especificado não estiver disponível, o sulfato de protamina é recomendado, reconhecendo que a resposta efetiva pode ser variável.