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Um homem de 34 anos, vítima de agressão com faca, é admitido no pronto-socorro com uma ferida penetrante na região anterior do pescoço, no triângulo anterior da zona II, com sangramento ativo moderado. O paciente está consciente, hemodinamicamente estável (PA: 122 x 78 mmHg; FC: 98 bpm). Não há sinais clínicos de déficit neurológico, enfisema subcutâneo ou hematoma em expansão.
Com base nas melhores práticas para o manejo do trauma penetrante cervical em paciente estável, a conduta inicial mais apropriada é:
toracotomia superior associada à cervicotomia, devido ao alto risco de lesão vascular torácica associada.
angiotomografia cervical, seguida de exploração cirúrgica seletiva se houver sinais de lesão vascular significativa.
monitorização clínica rigorosa, pois a estabilidade hemodinâmica descarta a necessidade de exames complementares.
compressão manual e curativo compressivo, com reavaliação clínica seriada, pois o sangramento moderado pode ser autolimitado.
exploração cirúrgica mandatória da lesão, pois toda ferida penetrante na zona II requer abordagem operatória imediata.