

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante um plantão em uma maternidade, um recém-nascido a termo apresenta escore de Apgar 5 no 1º minuto e 6 no 5º minuto de vida. A gasometria do sangue de cordão mostra pH de 7,02.
Considerando os critérios diagnósticos e mecanismos fisiopatológicos da asfixia perinatal, qual é a melhor interpretação e conduta clínica frente a esse caso?
O diagnóstico de asfixia perinatal está confirmado, pois o pH < 7,10 no sangue de cordão e os baixos escores de Apgar são suficientes.
O diagnóstico de asfixia perinatal não deve basear- -se exclusivamente no pH e nos escores de Apgar; sendo necessário buscar sinais clínicos adicionais, como disfunção multissistêmica e manifestações neurológicas.
A confirmação de asfixia exige apenas a presença de acidemia (pH < 7,0); portanto, esse caso é limítrofe e deve ser reavaliado com nova gasometria.
Os escores de Apgar baixos no 1º e no 5º minuto confirmam depressão neonatal grave e, isoladamente, configuram critério suficiente para iniciar protocolo de encefalopatia hipóxico-isquêmica.
Como o recém-nascido é a termo, é seguro utilizar os escores de Apgar como dado confiável, independentemente da gasometria, para diagnóstico de asfixia.