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Os transplantes de córnea permitem o tratamento de diversas patologias corneanas com finalidades tanto ópticas como também tectônicas, terapêuticas ou cosméticas. Para tanto, utilizam-se córneas doadas por doadores mortos, que serão usadas para substituir totalmente ou em partes a córnea doente do receptor. Sobre a doação de córneas para transplante de acordo com as normas brasileiras, assinale a alternativa correta.
Deve-se, obrigatoriamente, coletar do doador exames sorológicos para hepatite B, hepatite C, HIV e HTLV I e II.
O Optisol GS é um meio de conservação pouco utilizado, pois permite a conservação da córnea por curto período de tempo, não podendo ultrapassar 5 dias em temperaturas <0 oC.
A avaliação do endotélio de córneas doadas é feita de maneira rudimentar, usando visualização direta em lâmpada de fenda, visto que o exame de microscopia especular torna-se impossível após a córnea ser retirada do doador.
As doenças que são comprovadamente transmitidas através do enxerto de córnea são retinoblastoma, infecções virais e fúngicas, hepatite B e C, HIV e HTLV.
Meios líquidos de preservação a frio incluem em seus componentes: antibióticos, antifúngicos, agentes hiperosmóticos e indicadores de pH. Os antibióticos mais amplamente utilizados são a vancomicina e a amicacina.