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A rejeição é uma das causas do insucesso dos transplantes de córnea, podendo em alguns casos levar à falência do enxerto com subsequente perda de transparência, e deve ser amplamente compreendida pelos cirurgiões de transplante de córnea. Sobre a rejeição do transplante de córnea, assinale a alternativa correta.
Receptores jovens, presença de glaucoma, transplantes de menor diâmetro, sinequias posteriores, inflamação ativa e suturas apertadas são fatores de risco para a rejeição.
Transplantes lamelares anteriores do tipo DALK não apresentam rejeição, por não transplantar o endotélio do doador, que é a fonte de rejeição do enxerto.
Infiltrados subepiteliais e precipitados ceráticos são sinais tardios de rejeição do enxerto.
A rejeição epitelial comumente ocorre mais precocemente, em geral, nos primeiros 13 meses de transplante, enquanto ainda está ocorrendo a troca do epitélio doador para o receptor.
A linha de Khodadoust aparece inicialmente no centro da córnea, deslocando-se para a periferia, e é sinal patognomônico de rejeição estromal.