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Paciente do sexo masculino, 61 anos, no 8º dia pós-operatório de retossigmoidectomia com anastomose colorretal término-terminal, protegida por ileostomia, apresenta febre, leucocitose e dor pélvica. A tomografia de abdome com contraste revela coleção perianastomótica pequena, sem gás livre. A retossigmoidoscopia mostra deiscência parcial da anastomose com cavidade associada e exsudato purulento, sem necrose extensa. O tratamento endoscópico com sistema de vácuo foi proposto.
Sobre o funcionamento da terapia de vácuo endoscópico nesse contexto, é correto afirmar que
o mecanismo principal envolve pressão negativa intermitente ou contínua, que promove granulação tecidual e controle da secreção.
o vácuo atua promovendo acidificação do ambiente perianastomótico, inibindo proliferação bacteriana.
o sistema utiliza gás comprimido para irrigação contínua da cavidade, associado a esponja biocompatível.
a terapia consiste na aplicação de pressão positiva intermitente, que estimula o fechamento da fístula.
o sucesso da técnica depende da obliteração completa da cavidade com cola biológica antes da instalação do sistema.