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Uma paciente de 71 anos, assintomática, comparece à consulta de rotina com o mastologista. Relata que está na pós-menopausa há 17 anos e realiza mamografias anuais desde os 50 anos, sempre normais. Pergunta se deve continuar realizando o exame. Não possui comorbidades relevantes e tem boa condição funcional. Com base nas diretrizes atuais de rastreamento e prevenção secundária do câncer de mama, qual a conduta mais adequada?
Indicar rastreamento clínico apenas se houver surgimento de sintomas ou alterações palpáveis.
Suspender a mamografia, pois após os 65 anos não há benefício comprovado.
Manter o rastreamento anual com mamografia, pois ainda está na faixa etária recomendada pela maioria das diretrizes.
Substituir a mamografia por ressonância magnética devido à maior sensibilidade do método.
Reduzir a frequência da mamografia para bianual por causa da idade, independentemente da condição clínica.