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Homem de 56 anos, etilista crônico, com diagnóstico prévio de cirrose hepática por hepatite C, dá entrada no pronto-socorro com quadro de hematêmese volumosa e melena. Encontra-se hipotenso (PA 82/53 mmHg), taquicárdico (FC 116 bpm) e com rebaixamento do nível de consciência (Glasgow 12). Hemoglobina inicial: 6,8 g/dL; Plaquetas: 60.000/mm³; INR: 2,1. A endoscopia digestiva alta realizada 6 horas após estabilização parcial revela varizes esofágicas calibrosas com sangramento ativo. Após manutenção das vias aéreas/ventilação/oxigenação, qual é a melhor conduta terapêutica inicial para esse paciente, com intuito de promover estabilização hemodinâmica?
Transfusão alvo (Hb >7), octreotida ou terlipressina EV, antibioticoterapia e ligadura elástica endoscópica.
Transfusão maciça, inibidor de bomba de prótons EV e endoscopia com escleroterapia.
Cirurgia de urgência com derivação portossistêmica.
Inserção imediata de balão de Sengstaken-Blakemore e transfusão para Hb >10.
Instalação de TIPSS e aguardar por transplante hepático por se tratar de Child-Pugh C.