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A dor abdominal aguda é um dos principais motivos de atendimento emergencial e sua abordagem exige integração entre conhecimentos semiológicos, fisiopatológicos e epidemiológicos. A correta interpretação da topografia da dor, das manifestações associadas e dos sinais de irritação peritoneal é decisiva para o diagnóstico diferencial de afecções cirúrgicas e clínicas. À luz dos critérios atuais de avaliação clínica e condutas terapêuticas baseadas em evidências, assinale a alternativa que melhor representa um quadro compatível com apendicite aguda em evolução.
Dor abdominal epigástrica de caráter difuso, sem progressão topográfica, acompanhada de melena e icterícia progressiva.
Dor intermitente na fossa ilíaca esquerda, associada a evacuações diarreicas com sangue, febre baixa e ausência de defesa abdominal.
Desconforto abdominal generalizado, sem sinais de irritação peritoneal, associado a distensão progressiva e flatulência ausente.
Dor inicialmente periumbilical que migra para a fossa ilíaca direita, acompanhada de náuseas, febre baixa e sinal de Blumberg positivo.
Episódios de dor em cólica na região hipogástrica, aliviados após a micção, associados a disúria e hematúria microscópica.