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Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimam que o câncer da cavidade oral é responsável por 11.180 casos novos da doença em homens e 4.010 em mulheres para cada ano do triênio 2020-2022. As regiões Sudeste e Sul apresentam as maiores taxas de incidência e de mortalidade da doença. A respeito do câncer da cavidade oral, é correto dizer que:
Casos de disfagia, odinofagia e disfonia podem ser encontrados nos tumores iniciais.
A tomografia computadorizada (TC) tem pouca relevância para o estadiamento e planejamento cirúrgico, sendo mais utilizada a ressonância nuclear magnética (RNM).
Tumores são considerados irressecáveis quando há encarceramento da artéria carótida, invasão da fáscia pré-vertebral, lâminas pterigoides ou base do crânio.
Pela pobre rede linfática da cavidade oral, a "skip" metástase ocorre apenas em 0,6% dos casos.
Na última década, foi conhecido o papel do HPV na carcinogênese do CEC da cavidade oral, o qual passou a ser visto como a etiologia mais importante desse tipo de câncer.