Questões de Concurso sobre Oncologia (Cancerologia Clínica)

 
 
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Homem de 34 anos, paciente oncológico em tratamento quimioterápico com doxorrubicina, bleomicina e vimblastina e dacarbazina há 3 meses para linfoma de Hodgkin, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de febre (39 ºC) há 2 dias, calafrios, mal-estar generalizado e tosse seca. Refere ter recebido a última sessão de quimioterapia há 10 dias. Apresenta cateter de longa duração na subclávia à direita com edema, hiperemia e dor local. Exame físico: paciente febril, taquicárdico (105 bpm) e taquipneico (22 irpm); PA: 90 × 60 mmHg; ausculta pulmonar com estertores subcreptantes nas bases bilaterais. Sem sinais de foco infeccioso óbvio. Exames complementares: hemograma: leucócitos 600/mm³, sendo 5% de segmentados e 1% de bastonetes; hemoglobina: 9,2 g/dL; plaquetas: 95.000/mm³. Radiografia de tórax: infiltrado intersticial difusa. Deu entrada na unidade de pronto atendimento devido a piora clínica.


Assinale a alternativa que apresenta terapia empírica mais adequada para este paciente.


A

Amoxicilina associada a clavulanato.


B

Vancomicina associada a piperacilina/tazobactan.


C

Teicoplanina associada a ceftriaxone.


D

Levofloxacina associada a azitromicina.


E

Cefepime associada a metronidazol.

Paciente de 57 anos de idade, tem o diagnóstico de carcinoma seroso de alto grau de ovário, estádio IIIC ao diagnóstico, há quatro anos. Foi tratada inicialmente com cirurgia com citorredução completa, seguida de quimioterapia sistêmica com carboplatina e paclitaxel por seis ciclos. Na ocasião, apresentou parestesias em mãos e pés, que regrediram completamente com o término do tratamento. Há quatro meses apresentou recorrência da doença, em peritônio, tratada com cirurgia com citorredução completa, seguida de carboplatina e palcitaxel. Recebeu três ciclos do tratamento e refere que tem apresentado formigamento em mãos e pés, que inicialmente duravam por cerca de cinco dias após a QT, mas que após a terceira aplicação está persistente, inclusive com dificuldade para tarefas mais delicadas, como bordar, que é seu lazer preferido.


Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável e melhor conduta são, respectivamente,


A

neuropatia periférica pelo paclitaxel; opioides fracos.


B

neuropatia periférica pelo paclitaxel; anticonvulsivantes.


C

neuropatia periférica pela carboplatina; anticonvulsivantes.


D

compressão radicular; ressonância magnética de coluna torácica e lombar.


E

deficiência de vitamina B12; reposição de vitamina B12 IM.

Paciente de 54 anos foi submetida a cirurgia por câncer de cólon. Anátomo patológico: pT2 pN0, proficiente para enzimas de reparo do DNA, RAS selvagem. Exames de imagem não mostram doença à distância.


Nesse caso, está indicado


A

FLOX.


B

capecitabina monoterapia.


C

CAPEOX + cetuximabe.


D

observação clínica.


E

FOLFOX + atezolizumabe.

Paciente do sexo masculino, de 72 anos de idade, ECOG 0, ativo fisicamente, não tabagista e sem outras comorbidades, procura atendimento ambulatorial com oncologista. Refere que realizou exame de PSA sérico cujo resultado é de 87 ng/mL. Traz consigo ressonância magnética do abdome total, que mostra próstata com tumor acometendo ambos os lobos e com invasão da vesícula seminal e presença de metástases para um linfonodo regional, restante do exame sem alterações significativas. Refere não ter realizado nenhuma biópsia, pois seu filho é médico e solicita esses exames anualmente, como estavam alterados resolveu procurar especialista.


Nesse caso, a melhor conduta é


A

encaminhamento para orquiectomia para castração cirúrgica, pois necessita de deprivação hormonal.


B

realização de biópsia de próstata e encaminhamento para cirurgia, para tratamento local.


C

realização de biópsia de próstata, TC de tórax e cintilografia óssea para definição do tratamento.


D

início imediato de análogos de LHRH, o paciente certamente tem doença metastática.


E

encaminhamento para avaliação da radioterapia, para tratamento local da doença.

A presença de instabilidade de microssatélites (MSI, do inglês microstellite instability) é um elemento importante para a indicação de tratamento agnóstico com imunoterapia em diversos tipos de câncer. A presença de elevada MSI (MSI-H)


A

está relacionada à presença de mais de 30% de mutações em microssatélites.


B

é correlacionada com alta habilidade de correção de erros na duplicação do DNA.


C

é encontrada com maior frequência em câncer de mama do que em câncer de endométrio.


D

não tem correlação com resposta à imunoterapia.


E

está correlacionada com a proficiência em enzimas do reparo do DNA.

Paciente de 47 anos de idade com carcinoma invasivo tipo não especial de mama esquerda, T3N1M0, receptor hormonal negativo, HER2 positivo (escore 3+/3+). Foi submetida a quimioterapia neoadjuvante com TCHP (docetaxel, carboplatina, trastuzumabe e pertuzumabe) e encaminhada para cirurgia. O anatomopatológico da peça demonstra tumor pT1pN0, sem metástases à distância.


Nesse caso, o tratamento adjuvante recomendado é


A

trastuzumabe emtansina seguido de radioterapia.


B

hormonioterpaia e radioterapia.


C

trastuzumabe e radioterapia.


D

trastuzumabe emtansina, hormonioterapia e radioterapia.


E

radioterapia.

Homem de 68 anos apresenta carcinoma ductal de pâncreas na cabeça pancreática (T2N1M0, AJCC 8ª ed.). O tumor provoca estenose duodenal e icterícia obstrutiva, tratada previamente com colocação de prótese plástica por papilotomia endoscópica. O paciente refere perda ponderal acentuada e passa a maior parte do dia no leito, embora consiga realizar higiene e alimentação com auxílio. Considerando o estadiamento, o desempenho funcional e os princípios de decisão terapêutica multidisciplinar, qual é a conduta inicial mais adequada para esse caso?


A

Realizar gastroduodenopancreatectomia imediata, visto que o tumor é localizado e a icterícia foi controlada pela prótese biliar.


B

Indicar radio e quimioterapia neoadjuvante, sem necessidade de nova intervenção cirúrgica, visando reduzir o volume tumoral e melhorar a capacidade alimentar antes de reavaliar a ressecabilidade.


C

Realizar derivação digestiva (gastrojejunostomia ou jejunostomia) para suporte nutricional e controle da obstrução, associando tratamento sistêmico neoadjuvante, sendo esta uma conduta indicada para pacientes com ECOG 3.


D

Efetuar duodenopancreatectomia parcial com linfadenectomia limitada, indicada apenas em pacientes com ECOG 2 e infiltração duodenal, como abordagem inicial de menor extensão.


E

Manter cuidados paliativos clínicos e controle sintomático, sendo esta uma conduta compatível com pacientes em ECOG 4.

Mulher de 64 anos, previamente hígida, procura atendimento por tenesmo e episódios de enterorragia há 3 meses. Sua colonoscopia revela lesão ulcerada e estenosante em reto baixo, a 4 cm da margem anal, e a biópsia confirma adenocarcinoma. O estadiamento por Ressonância Magnética de Pelve demonstra: lesão T3 (invadindo a gordura mesorretal em 6 mm) e múltiplos linfonodos mesorretais suspeitos (N2), com distância de 1 mm da fáscia mesorretal (fáscia ameaçada), sem metástases à distância. A paciente possui status de performance (ECOG 0). Considerando o estadiamento e as diretrizes atuais para câncer de reto localmente avançado, nesse caso, a sequência terapêutica inicial mais adequada é


A

quimiorradioterapia neoadjuvante padrão (long-course) seguida de cirurgia (Ressecção Total do Mesorreto) e, posteriormente, quimioterapia adjuvante (FOLFOX/CAPOX).


B

cirurgia radical imediata (Amputação Abdominoperineal) devido à localização baixa e ao status N2, seguida de quimioterapia adjuvante.


C

iniciar Terapia Neoadjuvante Total (TNT), com quimioterapia de indução (ex: FOLFOX) seguida de quimiorradioterapia, visando ao “downstaging” máximo antes da reavaliação cirúrgica.


D

radioterapia de curta duração (5x5 Gy) seguida imediatamente pela cirurgia de ressecção total do mesorreto.


E

observação vigilante (“Watch and Wait”), reservando a cirurgia apenas em caso de progressão dos sintomas de tenesmo.

Durante o manejo de um paciente com carcinoma epidermoide de pulmão estádio III, optou-se por tratamento combinado com quimioterapia e radioterapia administradas de forma concomitante. Essa estratégia tem como principal objetivo


A

reduzir a dose total de radiação necessária para o controle local.


B

diminuir a resistência tumoral à hipóxia, aumentando a oxigenação tecidual.


C

potencializar o dano ao DNA tumoral por sinergismo entre agentes citotóxicos e radiação.


D

minimizar a mielossupressão causada pelos quimioterápicos.


E

melhorar a sobrevida global, sendo um tratamento neoadjuvante.

Homem de 62 anos, submetido à parotidectomia superficial por adenoma pleomórfico, evolui no 12º dia pós-operatório com saída de secreção clara pela ferida cervical, que aumenta durante a alimentação. Não há sinais de infecção local. Qual é a medida inicial mais apropriada para o manejo desse quadro?


A

Indicar reabordagem cirúrgica imediata com revisão da anastomose ductal.


B

Manter ferida aberta para cicatrização por segunda intenção.


C

Realizar compressão suave no local associada à drenagem e ao uso de agente antissecretor salivar.


D

Iniciar antibioticoterapia empírica sem drenagem.


E

Aplicar solução hipertônica para fechamento químico da fístula.

Uma mulher de 52 anos, assintomática, realiza mamografia de rastreamento e ultrassonografia complementar por mamas densas. Identifica-se massa irregular, margens espiculadas e distorção arquitetural, com alta suspeição radiológica, e o laudo final exige recomendação objetiva de conduta que feche a tomada de decisão diagnóstica sem depender de seguimento expectante. Indique a conduta recomendada para a categoria mais suspeita no sistema BI-RADS:


A

Controle em 6 meses.


B

Controle anual.


C

Punção aspirativa.


D

Biópsia percutânea.


E

Alta sem seguimento.

Paciente de 35 anos de idade apresenta massa mediastinal de 7 cm, febre vespertina de até 38 ºC, perda de peso nos últimos três meses (peso normal 60 kg e peso atual de 52 kg). Biópsia da lesão mostrou Linfoma de Hodgkin.


O tratamento inicial padrão consiste em


A

radioterapia mediastinal em Y de Roux.


B

quimioterapia sistêmica com ABVD (doxorrubina, bleomicina, vimblastina e dacarbazina).


C

quimioterapia sistêmica com ABVD (doxorrubina, bleomicina, vincristina e dacarbazina).


D

quimioterapia sistêmica com MOPP (mecloretamina, vincristina, procarbazina e prednisona).


E

quimioterapia sistêmica com MOPP (mecloretamina, vimblastina, procarbazina e prednisona).

Homem de 59 anos é diagnosticado com adenocarcinoma de cólon sigmoide após colonoscopia realizada por anemia ferropriva. A tomografia não demonstra metástases à distância.


Durante a colectomia segmentar, qual dos princípios oncológicos abaixo é fundamental para garantir adequada ressecção curativa?


A

Ressecção do tumor com margem mínima de 1 cm


B

Ligadura vascular alta associada à linfadenectomia regional adequada


C

Ressecção local do tumor apenas com margem macroscópica livre


D

Preservação máxima do mesocólon para reduzir morbidade cirúrgica


E

Realização obrigatória de colostomia terminal

Homem de 66 anos apresenta icterícia progressiva, colúria e perda ponderal de 6 kg nos últimos dois meses.

Tomografia de abdome com contraste evidencia massa de 3,5 cm na cabeça do pâncreas, com contato menor que 180° com a veia mesentérica superior, sem oclusão vascular. Não há metástases à distância.


De acordo com os critérios atuais de ressecabilidade, qual a classificação mais adequada desse tumor e a estratégia inicial recomendada?


A

Tumor ressecável – duodenopancreatectomia cefálica imediata


B

Tumor borderline ressectable – terapia neoadjuvante seguida de reavaliação cirúrgica


C

Tumor irressecável – quimioterapia paliativa


D

Tumor metastático oculto – laparoscopia diagnóstica obrigatória antes de qualquer tratamento


E

Tumor localmente avançado – derivação biliodigestiva paliativa

Em um hospital público, um cirurgião experiente irá operar um paciente com neoplasia avançada de pâncreas, com prognóstico reservado (sobrevida <6 meses). O paciente solicita explicitamente a cirurgia para “tentar tudo que for possível”. Nesse caso, equilibrando a autonomia do paciente com o dever médico, deve-se atender ao princípio ético primordial de não maleficência, cuja definição é:


A

Buscar o melhor interesse clínico do paciente, avaliando a possibilidade de recusar um procedimento sem perspectiva terapêutica significativa.


B

Considerar os desejos expressos pelo paciente durante o processo decisório, mesmo quando o médico avalia risco elevado e benefício limitado.


C

Avaliar a utilização apropriada de recursos assistenciais do sistema público em cenários de doença avançada e de baixa resposta terapêutica.


D

Evitar a realização de intervenções potencialmente danosas quando o procedimento não oferece benefício proporcional ao risco envolvido.


E

Garantir comunicação clara sobre riscos e resultados esperados, permitindo que o paciente compreenda o contexto clínico apresentado.

O estadiamento das neoplasias musculoesqueléticas tem papel fundamental na definição do tratamento, na estimativa prognóstica e na padronização da comparação entre diferentes modalidades terapêuticas. Considerando o sistema de estadiamento de Enneking para tumores benignos e malignos, bem como os sistemas propostos pelo American Joint Committee on Cancer (AJCC) para sarcomas ósseos e de partes moles, analise as assertivas abaixo:


I. No sistema de Enneking, os tumores benignos são classificados em três estádios: latente (estádio 1), ativo (estádio 2) e agressivo (estádio 3), com progressivo aumento do potencial de crescimento, agressividade local e necessidade de tratamento cirúrgico.

II. Lesões benignas estádio 1 são intracapsulares, assintomáticas, com margens bem definidas e borda espessa de osso reativo, não havendo destruição ou expansão cortical, sendo geralmente dispensável qualquer tratamento.

III. As lesões benignas estádio 3 são extracapsulares, apresentam comportamento agressivo, podem romper a cortical e associar-se à formação de massa de partes moles, sendo o tratamento com base em curetagem simples, com baixo risco de recorrência local.

IV. No estadiamento cirúrgico de Enneking para sarcomas musculoesqueléticos, o grau histológico, a extensão local do tumor e a presença de metástases são os principais determinantes do estádio, sendo o estádio III definido exclusivamente pela presença de metástases, independentemente do grau ou tamanho do tumor.

V. No sistema da AJCC, os sarcomas ósseos estádio IV-B apresentam metástases não pulmonares e estão associados a pior prognóstico quando comparados aos tumores com metástases exclusivamente pulmonares.


Quais estão corretas?


A

Apenas I e II.


B

Apenas I, II e IV.


C

Apenas II, IV e V.


D

Apenas I, II, III e V.


E

Apenas I, II, IV e V.

Paciente de 56 anos, portador de mutação em CDH1, com adenocarcinoma de células em anel de sinete de 1,4 cm localizado na pequena curvatura gástrica, a 2 cm da transição esofagogástrica, sem evidência de doença metastática à distância. É correto afirmar que:


A

A primeira medida a ser instituída é o planejamento cirúrgico upfront, com gastrectomia total e linfadenectomia a D2.


B

A estratégia de cirurgia de intervalo associada à quimioterapia em monoterapia e radioterapia é atualmente a mais aceita e apresenta maiores taxas de sobrevida global.


C

A linfadenectomia preconizada para essa cirurgia prescinde da remoção da cadeia 10.


D

A maior incidência de acometimento linfonodal ocorre na cadeia 7.


E

É contraindicada qualquer abordagem cirúrgica prévia à gastrectomia a fim de evitar bridas.

Um paciente de 78 anos, lúcido e orientado, em estágio terminal de carcinoma pancreático metastático, com prognóstico inferior a 3 meses, desenvolve obstrução intestinal completa. A equipe de cirurgia geral avalia que a intervenção cirúrgica para desobstrução, embora tecnicamente exequível, acarreta alto risco de morbimortalidade, não altera o curso da doença e agrava significativamente o sofrimento do paciente sem prolongar a vida de forma substancial. Após ser exaustivamente informado sobre sua condição, os riscos e benefícios da cirurgia e as opções paliativas, o paciente recusa o procedimento cirúrgico, optando por cuidados de conforto. A família, no entanto, insiste veementemente na realização da cirurgia. Diante desse conflito ético-assistencial e à luz do Código de Ética Médica (CEM), qual é a conduta ético-profissional mais adequada a ser seguida pelo cirurgião geral responsável?


A

Realizar a cirurgia imediatamente, atendendo ao desejo da família, pois a manutenção da vida é um imperativo médico e a autonomia familiar deve ser priorizada em casos de terminalidade para evitar conflitos.


B

Insistir na realização da cirurgia, justificando que a equipe médica está preparada para tratar a obstrução intestinal e prolongar a vida, independentemente da vontade do paciente ou do prognóstico da doença de base.


C

Respeitar a vontade expressa do paciente lúcido em recusar a cirurgia e focar em cuidados paliativos abrangentes, primazia da autonomia do paciente, conforme os preceitos éticos e legais.


D

Abster-se da decisão e encaminhar o caso para a deliberação do Comitê de Bioética da instituição, transferindo a responsabilidade da escolha final para o comitê diante do impasse entre o paciente e a família.


E

Buscar uma ordem judicial para a realização da cirurgia, alegando que a recusa do paciente pode ser interpretada como um pedido de eutanásia e que a decisão judicial é a única forma legítima de resolver dilemas éticos dessa magnitude.

Qual das alternativas abaixo NÃO é uma via molecular estudada no câncer de endométrio?


A

POLE.


B

Deficiência das enzimas de reparo.


C

Instabilidades de microssatélites.


D

CDH1.


E

p53.

O sistema de escores de Weiss para avaliação de carcinoma adrenal cortical inclui a determinação de:


I. Mais de cinco figuras mitóticas/10 mm2.

II. Mitoses atípicas.

III. Células neoplásicas claras em menos de 50% do parênquima tumoral.

IV. Necrose tumoral e invasão neoplásica capsular.


Quais estão corretas?


A

Apenas I e IV.


B

Apenas II e III.


C

Apenas III e IV.


D

Apenas I, II e IV.


E

I, II, III e IV.

 
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