

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Homem, 72 anos, internado em UTI com sepse grave secundária à pneumonia, apresenta choque refratário, insuficiência renal aguda e ventilação mecânica. A equipe deseja estimar prognóstico e risco de mortalidade utilizando escores de gravidade em UTI. Considerando a fisiopatologia subjacente à disfunção orgânica múltipla e as limitações dos escores prognósticos, assinale a alternativa correta.
O escore APACHE II é totalmente preciso na predição de mortalidade individual em pacientes críticos, sendo suficiente para decisões clínicas sobre limitação de suporte ou recursos terapêuticos.
O escore SAPS III considera apenas dados laboratoriais iniciais e idade, não sendo útil em pacientes com instabilidade hemodinâmica ou deterioração rápida e, portanto, não possui valor prognóstico.
Os escores de gravidade em UTI substituem julgamento clínico individual, podendo ser usados isoladamente para indicar interrupção de medidas de suporte vital em pacientes críticos.
A utilização de escores de gravidade não é recomendada para estratificação de risco, comunicação com familiares ou avaliação de qualidade assistencial, sendo restrita apenas a estudos epidemiológicos retrospectivos.
O escore SOFA avalia a disfunção orgânica de múltiplos sistemas (respiratório, cardiovascular, renal, hematológico, hepático e neurológico), refletindo gravidade fisiológica e permitindo acompanhamento dinâmico da evolução do paciente. Seu aumento progressivo correlaciona-se com maior mortalidade e risco de falência multiorgânica.