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Paciente masculino, de 74 anos, foi submetido a revascularização endovascular com stent no segmento femoropoplíteo por claudicação limitante e recebeu alta hospitalar com orientações para seguimento ambulatorial. Com histórico de hipertensão arterial, diabetes melito tipo 2 e tabagismo, apresentava função renal preservada. Não tinha história de sangramento. Considerando as diretrizes atuais, qual a conduta mais adequada em relação à terapia antitrombótica após a intervenção?
Manter AAS em monoterapia, visto que a revascularização já foi realizada e não há necessidade de terapia combinada se o paciente está assintomático.
Manter clopidogrel associado a AAS por 90 dias, suspendendo o clopidogrel após esse período, para prevenção de trombose do stent e eventos isquêmicos precoces.
Manter rivaroxabana, AAS e clopidogrel de forma contínua, visando redução de eventos adversos cardiovasculares e de membro inferior.
Manter rivaroxabana, AAS e clopidogrel, suspendendo o clopidogrel após 30 dias, para prevenção de trombose de stent e eventos isquêmicos precoces.