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Nos últimos quatro anos, o Ministério da Saúde tem delineado estratégias importantes para enfrentar as principais causas de óbitos e enfermidades no país. Dentro das estratégias para melhorar o atendimento especializado do Sistema Único de Saúde (SUS), está a Linha do Cuidado ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Atualizado em 2021, trata-se de um protocolo que prevê estratégias de melhoria na qualidade e na agilidade do atendimento em situações emergenciais envolvendo o Infarto Agudo do Miocárdio. Esta patologia é a maior causa de mortes no país. Anualmente, são de 300 a 400 mil casos, com 30% de óbitos. Para diminuir os riscos, o atendimento de urgência e emergência nos primeiros minutos é fundamental, por isso a importância de um protocolo com diretrizes ágeis e com aplicação de recursos para equipamentos que podem ajudar na manutenção da vida dos doentes.
Com relação ao planejamento terapêutico - IAM com supra - Unidades SEM disponibilidade de ICP no local, é correto afirmar:
Instituir protocolos de controle glicêmico em pacientes com IAM que apresentam hiperglicemia significativa (> 180 mg/dL). O alvo é reduzir os níveis glicêmicos e evitar episódios de hipoglicemia (< 70 mg/dL).
O sulfato de morfina pode ser utilizado em casos refratários ou com indicação aos nitratos e betabloqueadores.
Oxigenioterapia suplementar (4 a 6 L/min): Indicada quando o paciente apresentar anóxia, com Saturação de O2 < 95%, ou sinais clínicos de anóxia.
Administrar mononitrato ou dinitrato de isossorbida IV. Caso haja angina persistente, hipertensão arterial ou sinais de congestão, administrar nitroglicerina intravenosa. Estão indicados na presença de hipotensão arterial ou uso prévio de sildenafil nas últimas 24h ou uso de tadalafila nas últimas 48h.