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A avaliação de risco cirúrgico em cirurgia torácica envolve a avaliação do risco de tromboembolismo venoso (TEV), o que exige uma abordagem multidimensional, integrando fatores clínicos, funcionais e específicos do procedimento. Acerca dessa avaliação, assinale a opção correta.
A abordagem cirúrgica por videotoracoscopia está associada a maior risco de TEV em comparação à toracotomia.
Nas esofagectomias por neoplasia de esôfago, o consenso de cirurgiões torácicos sugere a profilaxia estendida por 28 a 35 dias no pós-operatório, na ausência de contraindicações, apesar do baixo nível de certeza na evidência dos efeitos.
Pneumectomias e lobectomias possuem riscos de TEV similares, e, portanto, a avaliação de risco cirúrgico não muda quanto à profilaxia de TEV.
O risco de TEV nas cirurgias torácicas é de baixo a moderado, motivo pelo qual a profilaxia de TEV é pouco realizada no perioperatório pelos cirurgiões, clínicos e anestesistas.
O escore de Caprini para estratificação do risco de TEV relacionado a cirurgias é desaconselhado para cirurgias torácicas, uma vez que os pacientes submetidos a cirurgias torácicas estariam, por si só, sujeitos a alto risco para TEV devido ao sítio das cirurgias torácicas.