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O retalho de padrão vascular aleatório pode ser elevado e...

O retalho de padrão vascular aleatório pode ser elevado e rotacionado para proporcionar pele viável e tecido subcutâneo para cobrir uma ferida ou lesão adjacente. Esse tipo de retalho


A

pode ser autonomizado, procedimento que aumenta a tolerância do retalho à isquemia, permitindo que o retalho sobreviva com menor fluxo sanguíneo devido a alterações metabólicas adaptativas celulares.


B

tem como vantagens o amplo arco de rotação, a proximidade do retalho à ferida e à zona associada de lesão, e a resistência bacteriana aumentada.


C

promove o fenômeno de autonomização, pois diminui a vascularização pela diminuição do fluxo através dos vasos preexistentes, reorganizando o padrão de fluxo sanguíneo para as áreas mais isquêmicas.


D

classifica-se conforme o padrão vascular, que é baseado em um eixo vascular nutrício específico e anatomicamente identificado, a exemplo do retalho bipediculado, dos retalhos de avanço (ou seja, V-Y) e dos retalhos de rotação, axiais ou de transposição.


E

permite a transferência de uma extensa área de pele, com maior sobrevivência devido ao suprimento sanguíneo direto e axial.