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Homem de 62 anos, com IMC: 28 kg/m2, portador de hérnia inguinal recidivada após herniorrafia aberta prévia, é submetido a reparo laparoscópico transabdominal pré-peritoneal (TAPP). Durante a dissecação do espaço de Retzius, o cirurgião identifica o ligamento de Cooper como marco anatômico essencial para a fixação da tela. Ao abordar a região lateral do ligamento, ocorre sangramento arterial de difícil controle.
Com base na anatomia cirúrgica e nas melhores práticas atuais, qual é a explicação mais provável para a origem desse sangramento?
Lesão da artéria epigástrica inferior, que cruza o trato iliopúbico medialmente ao anel femoral.
Lesão da artéria circunflexa ilíaca profunda, que passa posteriormente ao trato iliopúbico e irriga o músculo transverso do abdome.
Lesão de ramo aberrante da artéria obturadora, também conhecida como “coroa mortis”, que cruza lateralmente o ligamento de Cooper.
Lesão da artéria pudenda externa, ramo da femoral, que acompanha os vasos espermáticos pelo anel inguinal profundo.
Lesão de ramo da artéria vesical inferior, que emerge do plexo venoso retropúbico e cruza anteriormente ao espaço de Retzius.