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Paciente do sexo feminino, 55 anos, foi submetida à colecistectomia videolaparoscópica por colecistite aguda. O procedimento transcorreu com dificuldade técnica devido a processo inflamatório intenso na região. No 3º dia do pós-operatório, a paciente evoluiu com quadro de dor abdominal difusa, febre (39,2°C), náuseas e vômitos. Ao exame: regular estado geral, ictéricia ++/4+ e abdome doloroso a palpação profunda do hipocôndrio direito, sem sinais de peritonite. A tomografia de abdome revela líquido livre peri-hepático em pequena quantidade, líquido pericolecístico e dilatação das vias biliares intra-hepáticas.
Assinale a alternativa correta em relação a essa condição.
A maior parte dessas complicações é identificada no momento da cirurgia.
A lesão mais comumente observada nesses casos é a avulsão do ducto cístico.
A incidência desse tipo de lesão é maior após colecistectomia laparoscópica do que nas colecistectomias abertas.
A lesão da região da bifurcação do ducto hepático raramente está envolvida nesse tipo de complicação, sendo mais comum a perfuração duodenal durante a dissecção do triangulo de Calot.
A colecistite aguda não influencia o risco do desenvolvimento desse tipo de complicação, sendo a aplicação de uma técnica cirúrgica adequada o principal fator envolvido.