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Uma mulher de 65 anos, na menopausa há 18 anos, apresenta:...

Uma mulher de 65 anos, na menopausa há 18 anos, apresenta: Densitometria óssea: coluna lombar T-score -2,8; colo femoral T-score -2,3; 25-hidroxivitamina D: 18 ng/mL (VR >30); cálcio sérico: 9,2 mg/dL (VR 8,5-10,5); PTH: 88 pg/mL (VR 15-65); creatinina: 1,1 mg/dL; TFGe: 58 mL/min/1,73m²; fosfatase alcalina: 92 U/L (VR 35-104). Foi iniciado alendronato 70 mg/semana.


Quanto à suplementação de vitamina D para essa paciente, assinale a afirmativa correta:


A

Deveria se iniciar colecalciferol 7.000 UI/dia por 8 semanas para atingir nível sérico > 30 ng/mL antes de iniciar o bisfosfonato.


B

A dose de ataque com colecalciferol 50.000 UI/semana por 6-8 semanas é preferível, seguida de manutenção com 1.000-2.000 UI/dia, podendo-se iniciar o alendronato concomitantemente.


C

Está indicado calcitriol 0,25 µg/dia ao invés de colecalciferol, pois a TFGe < 60 mL/min compromete a 1-alfa-hidroxilação renal, tornando a forma ativa mais eficaz para suprimir o PTH elevado.


D

A meta terapêutica deve ser 25(OH)D entre 40-60 ng/mL para máxima supressão do PTH e otimização da resposta densitométrica ao alendronato, requerendo doses de manutenção de pelo menos 4.000 UI/dia.


E

Ergocalciferol (vitamina D2) 50.000 UI quinzenal é equivalente ao colecalciferol para correção da deficiência, sendo preferível pela menor incidência de hipercalcemia em idosos com função renal reduzida.