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Homem, 61 anos, com antecedente de insuficiência cardíaca e tabagismo, é encontrado caído no quintal de casa pela esposa. Ela relata que ele estava cortando madeira quando, subitamente, deixou cair as ferramentas e caiu de joelhos antes de desabar completamente. Ao chegar ao lado dele, percebeu que estava inconsciente e não respondia a estímulos. A equipe de atendimento pré-hospitalar chega em seis minutos. O paciente está inconsciente, sem movimentos respiratórios visíveis e sem pulso central palpável. A pele está fria e há episódios esparsos de respiração irregular e ofegante. O monitor cardíaco mostra ritmo irregular com complexos ventriculares desorganizados, variando de ondas rápidas a traçados de baixa amplitude. São iniciadas compressões torácicas de alta qualidade. Após cerca de dois minutos de RCP, o ritmo é reavaliado e permanece desorganizado, sem complexos identificáveis. A equipe dispõe de desfibrilador, acesso venoso periférico e materiais básicos para via aérea, além de adrenalina.
Diante desse cenário, qual a intervenção imediata apropriada?
Iniciar amiodarona como primeira intervenção antes do próximo ciclo.
Administrar adrenalina e repetir após três minutos.
Intubar o paciente imediatamente para garantir via aérea avançada.
Realizar desfibrilação e retomar compressões imediatamente após o choque.
Interromper as compressões para checar pupilas e sinais de perfusão antes de definir a conduta.


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