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Uma mulher de 43 anos, previamente saudável, procura o pronto atendimento após início s...

Uma mulher de 43 anos, previamente saudável, procura o pronto atendimento após início súbito de falta de ar, enquanto subia escadas em seu trabalho. Ela relata que a dispneia não melhorou com repouso e está acompanhada de dor torácica lateral, que piora com a inspiração profunda. Há três semanas, fraturou o tornozelo e tem permanecido com imobilização e mobilidade limitada. Não faz uso de anticoagulantes e nega febre, tosse produtiva ou sintomas gripais. Na admissão, encontra-se ansiosa, taquipneica e pálida; FR: 26 irpm, SpO2: 90%; FC: 18 bpm, PA: 118 x 76 mmHg. A ausculta cardíaca mostra taquicardia sem sopros, e a ausculta pulmonar apresenta murmúrio vesicular preservado, porém com dor à palpação torácica lateral direita. Alguns exames rápidos são realizados no setor: ECG: taquicardia sinusal; Gasometria: leve hipoxemia e hipocapnia; D-dímero: elevado. A paciente mantém-se hemodinamicamente estável, porém bastante dispneica. Não há sinais de pneumotórax ou infecção.


A partir do exposto, qual o próximo passo apropriado na condução desse caso?


A

Administrar apenas analgésico e observar por melhora espontânea.


B

Iniciar anticoagulação plena imediatamente, sem exames adicionais.


C

Solicitar radiografia de tórax e aguardar o resultado antes de prosseguir.


D

Indicar teste ergométrico por possível dor torácica de origem cardíaca.


E

Solicitar angiotomografia de artérias pulmonares.