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Homem de 34 anos, paciente oncológico em tratamento quimioterápico com doxorrubicina, bleomicina e vimblastina e dacarbazina há 3 meses para linfoma de Hodgkin, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de febre (39 ºC) há 2 dias, calafrios, mal-estar generalizado e tosse seca. Refere ter recebido a última sessão de quimioterapia há 10 dias. Apresenta cateter de longa duração na subclávia à direita com edema, hiperemia e dor local. Exame físico: paciente febril, taquicárdico (105 bpm) e taquipneico (22 irpm); PA: 90 × 60 mmHg; ausculta pulmonar com estertores subcreptantes nas bases bilaterais. Sem sinais de foco infeccioso óbvio. Exames complementares: hemograma: leucócitos 600/mm³, sendo 5% de segmentados e 1% de bastonetes; hemoglobina: 9,2 g/dL; plaquetas: 95.000/mm³. Radiografia de tórax: infiltrado intersticial difusa. Deu entrada na unidade de pronto atendimento devido a piora clínica.
Assinale a alternativa que apresenta terapia empírica mais adequada para este paciente.
Amoxicilina associada a clavulanato.
Vancomicina associada a piperacilina/tazobactan.
Teicoplanina associada a ceftriaxone.
Levofloxacina associada a azitromicina.
Cefepime associada a metronidazol.


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