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Na realização de escleroterapia química com espuma (técnica de Tessari), a escolha do gás para a mistura com o polidocanol influencia a estabilidade e a segurança do procedimento. Comparado ao ar ambiente, o uso de uma mistura rica em CO2 (dióxido de carbono) fisiológico é preferível em volumes maiores ou pacientes com shunt cardíaco, pois o CO2 apresenta maior:
viscosidade, aumentando o tempo de contato com o endotélio.
solubilidade no sangue, reduzindo o risco de embolia gasosa cerebral ou pulmonar.
tensão superficial, gerando bolhas mais resistentes à lise.
capacidade inflamatória, potencializando a fibrose do vaso.
estabilidade da espuma, retardando sua degradação em líquido.