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Mulher de 43 anos, sem comorbidades, realizou ultrassonografia de tireoide solicitada por sua ginecologista após palpação cervical. O exame revelou nódulo sólido hipoecoico de 1,4 cm no terço médio do lobo direito, com margens irregulares e microcalcificações, sem linfonodomegalias cervicais. TSH: 1,9 mUI/L. A paciente nega sintomas compressivos ou exposição prévia a radiação.
Considerando as recomendações clínicas mais atuais para o manejo de nódulos tireoidianos em adultos, a próxima conduta mais adequada é:
repetir o ultrassom em 6 a 12 meses, pois nódulos menores que 1,5 cm podem ser apenas observados se assintomáticos;
solicitar cintilografia de tireoide para avaliar a função nodular, mesmo com TSH normal;
indicar punção aspirativa por agulha fina (PAAF) guiada por ultrassom, dada a combinação de tamanho e características de alto risco;
solicitar ultrassonografia cervical ampliada para reavaliar o volume nodular e descartar linfonodos metastáticos antes de definir a necessidade de PAAF;
indicar PAAF apenas se houver crescimento ≥20% no diâmetro em reavaliação ultrassonográfica.