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Homem de 32 anos, previamente hígido, apresenta quadro de tosse seca, sibilos e sensação de opressão torácica há 6 meses. Os sintomas são predominantemente noturnos e desencadeados por exposição a poeira doméstica, ocorrendo mais de duas vezes por semana, porém não diariamente. Espirometria mostra relação VEF₁/CVF = 0,72 e aumento do VEF₁ de 15% e 250 mL após broncodilatador.
Com base na estratégia preferencial recomendada pelo GINA 2024–2025, o tratamento inicial mais adequado para esse paciente é:
prescrever apenas broncodilatador β₂-agonista de curta duração (SABA) sob demanda, por se tratar de asma leve;
iniciar como monoterapia, corticosteroide inalatório (CI) de manutenção diária em baixa dose, sem broncodilatador de alívio prescrito;
utilizar combinação de corticoide inalatório (formoterol) em baixa dose como medicação única de alívio e manutenção;
iniciar apenas tratamento sintomático e reavaliar com nova espirometria em três meses;
prescrever montelucaste como monoterapia de manutenção, reservando o corticosteroide inalatório (CI) para falha terapêutica.


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