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Durante a internação em UTI, um paciente de 32 anos evolui com morte encefálica confirmada após trauma cranioencefálico grave. A equipe de terapia intensiva inicia o protocolo de avaliação, enquanto o serviço de transplantes é acionado para possível captação de órgãos. Um médico recém-ingresso na equipe manifesta dúvidas sobre as responsabilidades éticas envolvidas no processo, especialmente quanto ao diagnóstico de morte e à abordagem da família. Com base no Código de Ética Médica e nas normas referentes a transplantes de órgãos e tecidos, assinale a alternativa INCORRETA
Participar direta ou indiretamente da comercialização de órgãos ou tecidos humanos constitui grave violação ética e é expressamente proibido.
O médico transplantador pode participar do diagnóstico de morte encefálica desde que não assine o protocolo oficial, apenas forneça pareceres técnicos não vinculantes à decisão final.
É proibido retirar órgão de doador vivo que seja juridicamente incapaz, ainda que exista autorização formal de seu representante legal, exceto nas situações expressamente previstas por lei.
É dever do médico esclarecer familiares, doadores vivos e receptores sobre riscos inerentes aos exames e procedimentos relacionados ao transplante
É vedado ao médico usar de sua posição hierárquica para impedir, por motivo de crença religiosa e/ou convicção filosófica, que a equipe de transplantes aborde a família de um potencial doador.