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Paciente de 68 anos, diabético, foi submetido a retalho miocutâneo para reconstrução de parede abdominal. No 3º dia pós-operatório, apresenta área de pele escurecida, fria, com ausência de sinal capilar, ao lado de zona com cianose. Há drenagem sero-hemática moderada e glicemia de 250 mg/dL. Qual é a abordagem mais adequada para preservar o retalho e reduzir complicações?
Reabrir completamente o retalho e realizar desbridamento extenso imediato, removendo toda a área suspeita.
Iniciar antibioticoterapia empírica e manter o curativo local até regressão do processo inflamatório.
Reavaliar a perfusão do pedículo, corrigir fatores sistêmicos como glicemia e hidratação, e realizar desbridamento seletivo das áreas necróticas.
Indicar troca cirúrgica do retalho por outro de maior fluxo sanguíneo para evitar nova necrose.
Aplicar curativo compressivo e medidas físicas locais para favorecer a perfusão tecidual.


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