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Um homem de 62 anos, com hipertensão arterial conhecida e diabetes mellitus tipo 2, apresenta pressão arterial média em consultório de 154/92 mmHg, apesar do uso regular de losartana em dose plena. Não há história de doença renal crônica nem insuficiência cardíaca. De acordo com as recomendações contemporâneas para manejo da hipertensão em pacientes com comorbidades cardiovasculares, qual é a estratégia farmacológica inicial mais adequada nesse caso?
Associar betabloqueador cardiosseletivo à losartana.
Substituir losartana por diurético tiazídico em monoterapia.
Introduzir espironolactona como segunda droga de escolha.
Associar bloqueador do sistema renina-angiotensina a bloqueador de canal de cálcio ou diurético tiazídico.
Manter monoterapia e intensificar apenas medidas não farmacológicas.


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