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Uma paciente de 28 anos, com rinite alérgica persistente moderada e asma controlada leve (em uso de corticoide com broncodilatador de longa duração inalatório em dose baixa), sensibilizada a Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis, mantém sintomas apesar de farmacoterapia otimizada. A paciente está em avaliação para imunoterapia subcutânea. Em relação às indicações, contraindicações e condutas da imunoterapia, assinale a alternativa correta.
A imunoterapia alérgeno-específica é contraindicada em pacientes com asma controlada em tratamento contínuo devido ao risco aumentado de reações graves, como anafilaxia.
Em caso de reação sistêmica moderada durante aplicação, o esquema deve ser suspenso por 6 meses, e a reintrodução deve ser feita com diluição maior que aquela que deu reação.
A imunoterapia alérgeno-específica apresenta boa eficácia especialmente em rinite alérgica, conjuntivite alérgica, dermatite atópica e urticária crônica espontânea.
O uso de imunoterapia sublingual é preferencial em pacientes pediátricos com múltiplas sensibilizações clínicas e laboratoriais.
O uso de beta-bloqueadores é contraindicação relativa, podendo a imunoterapia subcutânea ser realizada sob monitorização rigorosa.


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