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Mulher de 62 anos, no 21º dia de pós-operatório de mastectomia radical modificada à esquerda, retorna ao ambulatório queixando-se de “inchaço” e desconforto na região axilar e parede torácica. O dreno aspirativo foi removido no 10º DPO. Ao exame, não há hiperemia ou calor local, mas nota-se abaulamento flutuante. A ultrassonografia confirma coleção líquida anecoica (compatível com seroma) de aproximadamente 90 mL. Essa é a terceira avaliação pela mesma queixa, tendo sido puncionada (com esvaziamento) duas vezes na última semana, com recidiva rápida do volume. Diante desse quadro de seroma persistente, a conduta prioritária é
manter as punções aspirativas seriadas, sob técnica asséptica, e associar bandagem compressiva.
indicar exploração cirúrgica para drenagem aberta e descolamento de retalhos.
instalar novo dreno aspirativo percutâneo guiado por ultrassonografia.
iniciar antibioticoterapia empírica para Staphylococcus aureus devido às múltiplas manipulações.
suspender a fisioterapia de ombro e manter repouso absoluto do membro.


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