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Uma paciente de 58 anos, obesa (IMC 38 kg/m²) e diabética (DM2 mal controlado), foi sub...

Uma paciente de 58 anos, obesa (IMC 38 kg/m²) e diabética (DM2 mal controlado), foi submetida a uma retossigmoidectomia videolaparoscópica por adenocarcinoma de cólon sigmoide cT2NxM0. No 8º dia de pós-operatório (DPO), após alta hospitalar no 5º DPO, retorna ao pronto-socorro com febre (38,7 °C) e dor abdominal persistente em fossa ilíaca esquerda. Refere ausência de eliminação de flatos e vômitos em dois episódios nas últimas 12 horas. Ao exame: PA 110×70 mmHg; FC 101 bpm; FR 18 ipm; consciente e orientada. Laboratorialmente: leucocitose (19.500/mm³) com desvio à esquerda e PCR 250 mg/L. Diante da suspeita de deiscência de anastomose bloqueada com abscesso pélvico, a sequência de manejo prioritária e mais adequada é


A

indicar laparotomia exploradora para lavagem da cavidade e confecção de colostomia, sem exames de imagem prévios.


B

iniciar antibioticoterapia empírica de amplo espectro (cobrindo Gram-negativos e anaeróbios) e solicitar Tomografia Computadorizada (TC) de abdômen e pelve com contraste.


C

coletar hemoculturas e manter a paciente em observação clínica e hidratação, reavaliando antibióticos após 24 horas.


D

solicitar colonoscopia de urgência para avaliação direta da anastomose colorretal e possível clipagem da deiscência.


E

manter o antibiótico profilático (Cefazolina) prescrito na alta hospitalar e solicitar apenas ultrassonografia de abdome total.