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Um paciente de 64 anos, submetido a uma gastrectomia total com reconstrução em Y-de-Roux por adenocarcinoma gástrico, evolui no 6º dia de pós-operatório (DPO) com febre (38,4°C) e drenagem súbita de 500 mL/dia de secreção biliosa pelo dreno sentinela posicionado próximo ao coto duodenal. O abdome está flácido, sem sinais de peritonite difusa, e a tomografia computadorizada de abdome confirma dreno bem posicionado e ausência de coleções residuais. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável. Considerando o manejo da fístula duodenal pós gastrectomia total, nesse cenário, qual é a conduta mais adequada?
Manter o dreno para controle de débito, instituir jejum absoluto (NPO) e iniciar Nutrição Parenteral Total (NPT) para garantir o repouso da alça biliopancreática.
Indicar laparotomia exploradora imediata para rafia do coto duodenal, visto que fístulas biliosas de alto débito não fecham espontaneamente.
Retirar o dreno cavitário imediatamente, pois ele pode ser a causa da fístula por decúbito, e iniciar octreotide.
Manter o dreno para débito controlado, iniciar antibioticoterapia de amplo espectro e introduzir nutrição via sonda nasoenteral posicionada na alça alimentar (jejunal).
Realizar CPRE de urgência, para descompressão da via biliar com papilotomia, e suspender qualquer dieta até o procedimento.


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