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No planejamento de uma colectomia videolaparoscópica por neoplasia, a equipe cirúrgica discute a estratégia para o estabelecimento do pneumoperitônio. O paciente é um homem de 65 anos, obeso (IMC 35) e com múltiplas cirurgias abdominais prévias (apendicectomia e colecistectomia abertas). Qual das seguintes condutas representa a melhor prática intraoperatória para esse caso, balanceando segurança e eficácia?
Utilizar a punção com agulha de Veress no ponto de Palmer, por ser considerada uma área de menor risco em pacientes com cirurgias prévias, adotando pressão-limite de 18 mmHg para facilitar o campo cirúrgico no obeso.
Optar pela técnica aberta (Hasson) na cicatriz umbilical, por ser uma abordagem amplamente difundida em reoperações, mantendo pressão de trabalho de 6–8 mmHg durante toda a cirurgia.
Considerar a punção aberta (Hasson) em local alternativo, como o hipocôndrio esquerdo, ou o acesso com trocarte óptico sob visão direta, devido ao risco elevado de aderências, mantendo pressão de trabalho entre 12–15 mmHg, com ajustes conforme exposição e resposta hemodinâmica.
Realizar a punção fechada infraumbilical com agulha de Veress, utilizando testes de confirmação da posição, e ajustar o insuflador para pressão fixa de 20 mmHg para garantir distensão adequada em paciente obeso.
Iniciar pela técnica aberta suprapúbica para evitar aderências periumbilicais, mantendo pressão de trabalho abaixo de 8 mmHg mesmo que a visualização seja reduzida.