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Paciente de 49 anos, previamente hígido, apresenta dor e edema progressivos no membro inferior esquerdo há dois dias. O exame ultrassonográfico evidencia trombose iliofemoral aguda, com veia femoral comum dilatada e não compressível. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de isquemia venosa grave.
Considerando o manejo atual da trombose venosa profunda iliofemoral e a seleção de pacientes para terapias endovasculares precoces, a conduta mais adequada é
iniciar anticoagulação plena e indicar imediatamente trombólise sistêmica, pois ela reduz comprovadamente a ocorrência de PTS (síndrome pós trombótica) em todos os pacientes com DVT (doença venosa trombótica) proximal.
iniciar anticoagulação plena e programar trombólise dirigida por cateter ou trombólise farmacomecânica por cateter (CDT/PCDT) para todos os pacientes, independentemente da intensidade dos sintomas, com o objetivo de promover recanalização precoce e reduzir o risco de síndrome pós-trombótica.
iniciar anticoagulação plena e considerar trombólise dirigida por cateter ou trombólise farmacomecânica por cateter (CDT/PCDT) apenas se houver sintomas intensos, baixo risco de sangramento e trombose venosa profunda iliofemoral, pois o benefício é limitado a subgrupos específicos.
Iniciar anticoagulação plena e evitar CDT/PCDT em qualquer caso de trombose iliofemoral, pois os estudos demonstram aumento de sangramento sem qualquer benefício clínico.
Evitar anticoagulação inicial e realizar apenas CDT para acelerar a recanalização, uma vez que anticoagulação não influencia risco de PTS.